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um cantinho especial pra você ,de prosa en prosa vai surgindo uma pagina encantada cheia de cor e magia que a todos encantam sejam bem vindos a o Cheiro de hortela ✿ܓܓ✿ܓO ar tem cheiro de hortelã...ou borboletas. Não sei.

A cozinha é um pedaço da casa onde eu gosto de ficar.
Ali,tudo cheira a ela.
Uma mulher no canto me vigia mesmo sem presença física.
Converso com ela.
Ela reflete no chá que bebo.
Acho que de hortelã - não me lembro... -
Canto canções que falam de amor.
E entre as palavras a chamo.
E ela quer saber a noção exata do que sinto.
Ainda não aprendi a traduzir isso.Imito o vento.
Preciso de palavras novas.Mas,são sempre as mesma que me lembro quando penso nela.
Amor.
O ar tem cheiro de hortelã...ou borboletas.Não sei
Perdi um pouco da memória de mim.
Me encontro nela e nesse vago encontro com a essência que ela deixou aqui...

Mariana Gouveia

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Sem meu pai esta casa e este mundo nao existiriam meu mundo !


Poeta da roça...
Nos meus versos simples

Eu quero falar ao Poeta da roça
Que vive com simplicidade...
Desfrutando de todos os encantos da natureza.
Ao romper da aurora, o galo canta
Acordando o Poeta roceiro
Admira o nascer sol...
E mais um gole, do puro café Brasileiro.
No campo a lida é dura...
De sol a sol, derrama o seu suor
Planta e colhe o fruto...
Destribuido ao território Brasileiro
E exportado para o estrangeiro.
O seu relógio é o sol
Não tem ponteiros...
Quando a noite vem...
No repique da viola, junta-se
a outros violeiros.
Canta o brilho das estrelas
Se enamora com beleza da lua
E agradece pela vida...
Ao seu santo padroeiro.
Aqui na cidade, quando sentamos a mesa
Estamos, saboreando os mais belos versos
Da Poesia, cultivada pelo Poeta roceiro.
Não sou Poeta, apenas rabiscos estas palavras
Para agradecer o grande Poeta Guerreiro.
                                    Rosa Gandine HipólitoFoto: veja o detalhe da janela uma roda de boi, o filtro de água fresquinhaPanelas de barro feitas na roça,para cozinhar feijão,quem não gosta?

O sitio da vo lembranças de infancia

link das modas da vida no sitio


https://www.youtube.com/watch?v=I8BG1TOFXAs

Ah, doces dias na casa da vovó! Aquele café da manhã de princesa e um cheirinho gostoso de café bailando pelo ar como uma terna melodia prestes a ser descoberta. Pão quentinho que até derrete  caseiro feito pela mãe da minha rainha, acompanhado de um copo de achocolatado para começar bem o dia. Vamos à feira como de costume. Queijo, cuca de farofa, banana, lingüiça, bolachas (já falei que adoro essas bolachas?), frango para a sopa, flores e claro, o tão amado torresmo. Não me agüento até em casa: “Vó, já posso comer?”. Um passeio rápido pela cidade e... chegamos.



A felicidade da cadelinha é tanta que corre de um lado para outro, sem parar.     Hora de guardar as coisas da cesta cheia e pesada que antes da ida ainda estava vazia. Droga, não gosto dessa parte... “Pode ir descansar, vó, dou um jeito aqui!”. Confesso que com pouquíssima vontade. Coisas aqui, coisas ali. Lá vem a cadelinha, curiosa.“Não tem nada pra ti aqui, chatinha”. Não resisto e... “só uma rosquinha não faz mal, né?”. Tudo arrumadinho. Hora de ir ver onde está meu bebê. Embaixo das cobertas, claro. Deito junto e a abraço. “Sabia que te amo, né?! Você é a vó mais linda desse mundo!”. Então ela me mostra a língua, fica toda boba, uma linda. Ok, não consigo cochilar tão fácil quanto ela... e também detesto ficar sem nada para fazer. Levando-me rapidamente. Ah, e não é que a mãe e a pequena chegaram? “Bom dia dorminhocas”, diz a rainha. Até parece!

Novo ritual de café. Claro, nunca nego comida. Um defeito quem sabe... será? Conversamos e rimos um pouco. Minha mais nova irmã diz coisas divertidas e chego a uma conclusão: ela é divertida! Cadê a mais velha? Dormindo, para variar um pouco. Gosta de ficar acordada até tarde e consequentemente dormir até tarde. Jeito dela, autêntico para mim. Chega o homem da casa, de pijama e com uma cara amassada. Nossa, entre cinco é o único, coitado. “O que faremos hoje? Sítio?”. A decisão é quase unânime, a não ser eu, que resisto um pouco.
Aprontarmo-nos para ir à Vila . Tão linda! Ao som de cantores   nós vamos. Chegando lá   Respiramos o ar puro, diferente do da cidade, pesado. Uma sensação gostosa. Hora de pescar. Os peixes dançam na água limpa que desce do mato virgem. Haja paciência! A senhora dos olhos castanhos pesca o primeiro, para variar. Corre-corre para pegar o pássagua! Lindo peixe. Sortudo peixe. É, nem tanto... Mais um pouco e cansei, quero voltar. Um pouco chata, talvez.
Já é quase de noite. O sol beija o horizonte e as cores se misturam no céu. A casa começa a esfriar. E a surpresa esperada acontece! “Bi-bip!” na frente do portão principal. “Eles chegaram vó!”. Tão adorável a visita dos meus irmãos, meus primos. “Oi tio, tudo bem?”. Não demora muito e a correria começa acompanhada de risadas. Dribla de cá e de lá no futebol, pra variar. O vaso mais lindo se quebra e a culpa é minha! “Chutei muito forte, vó! Foi mal!”, continuamos com a brincadeira, mas passa tão rápido, sempre. “Tchau, outro dia a gente brinca mais”, digo com lágrimas nos olhos e com um sorriso triste no rosto ao ver o carro se perder na descida do morro. Calma, ainda falta uma coisa! A rua principal é ao lado do jardim e... corre! Chegando lá, grito ao ver o carro branco passar.“Tchaaaaaau!”. Típico!
“Tchau vó, dorme com os anjos, te amo!”. Atravesso a rua e em três passos largos já estou dentro de casa. Um banho quente, um pão no ‘vira-vira’, escovar os dentes e cama. Um beijo doce na testa é essencial. Não demora muito para pegar no sono. E então sonho, sabendo que um dia terei saudades desse tempo.saudosismo de meu tempo de criança

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